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LINDÚ MONA
Musica do Mundo

A HERANÇA CULTURAL ANGOLANA NUMA LINGUAGEM UNIVERSAL ÚNICA


A sua influência é múltipla e diversificada e vai desde a música de raiz etnográfica e tradicional de Angola até ao Jazz, Reggae, Nova Música Improvisada entre outras.
Em Lindú Mona o regresso a África é espiritual e físico. Por isso, na sua música sentimos os pássaros e os sons da floresta, o tambor e os passos de dança, os Nzumbi (almas de um outro mundo), o dialecto, e os instrumentos de música tradicional como o Kissange. As palavras dos seus temas são como pinturas que reflectem as feras e a grande fogueira, os senhores e os escravos, os homens BANTOS e os comerciantes de Zanzibar, as terras de Colombo e as ilhas, as tatuagens e a nostalgia negra, o óleo de palma e o feitiço da Alma, enfim uma verdadeira rosa de porcelana, nossa «Rosa Afra».

LINDÚ MONA
Nasceu numa Angola ainda sob o domínio colonial português. Filho de um contra-mestre da marinha mercante portuguesa e de uma negra africana natural do Dondo-Angola. Na adolescência cantou em corais da Igreja Adventista e em colégios que frequentou. Nos anos sessenta veio estudar para Portugal. Era o tempo do idealismo e assim iniciou a sua actividade profissional como cantor Pop liderando grupos de dança. Nessa época Portugal e Europa ainda não tinham despertado para a Música Africana.


Faixas do CD
01 - Moio
02 - Ngoma
03 - Luanda Tropical
04 - Muatxianvua
05 - Maiado Kizomba
06 - Dia Rumba
07 - Mama Ué
08 - Mukuatutoma
09 - Zambie
10 - Tungo ngo ue
11 - Mukanda
12 - Mukua Difuba
13 - Rosa Afra
As músicas com o ícone ao lado estão disponíveis - para ouví-las, basta clicar no nome correspondente.
1970 regressou a Angola onde foi reabsorver as raízes da sua música, reviver o quotidiano das suas gentes e reaprender o sentido da africanidade. Esta foi uma fase de composição fértil em que começou a cantar Angola fazendo-se acompanhar pelo seu tambor.
1975 é o ano de regresso a Portugal em pleno «Boom» do Rock sinfónico cantado em português. Integra e grava discos com os «Tantra» e «Perspectiva», grupos que estiveram na génese da actual Música Moderna Portuguesa.
1980 inicia uma verdadeira peregrinação por Pubs, Cafés-Concerto e Discotecas, e a artistas como «Raúl Ouro Negro» e «Jorge Fernando», Lindú Mona empresta o exotismo do seu tambor e da sua voz espalhando nas suas actuações o perfume acre de África, as cores rosa das flores e a negritude do ritmo e da Kizomba (dança).
1990 é o ano em que Lindu Mona se torna num projecto colectivo.
1991 São convidados para representar Angola na Festa «Mestiçagens», coo - produzida pelo Êxito Estúdio e Produções Fata Morgana, tendo como local da sua realização «O Baile», verdadeiro Salão de Festas de África em Lisboa.
1992 Participam nas Festas de Alhos Vedros, bem como nas Festas da Cidade do Barreiro a convite da Associação Africana local. Apresentam-se com regularidade no Café Concerto do Teatro «A Comuna» em Lisboa, onde vão criando um público próprio. Neste local fazem ainda dois espectáculos a favor do Grupo Local 13 da Amnistia Internacional.
1993 Concerto em Lisboa integrado na «Presidência Aberta» do Presidente da República Dr. Mário Soares. Realizam três espectáculos nas Festas de Lisboa. Participam numa sessão cultural no âmbito duma Exposição de Fotografia intitulada «Paz em Angola», organizada por estudantes angolanos em Portugal. A convite do Grupo de Teatro Immagini de Pontedera, Pisa, realizam uma digressão em Itália, com participação no Festival «Sete Sóis - Sete Luas» e nas Manifestações Estivais dos Municípios de Piombino, Sirollo e Numana, (região de Ancona), num total de sete espectáculos. No regresso e a convite da Câmara de Loures fazem dois espectáculos, um na Bobadela e outro em Santo António dos Cavaleiros.
1994 Em Abril efectuaram um Concerto numa sala da Praça de Toiros da Moita. Voltando a Lisboa no dia 3 de Junho, realizam com a sala do café concerto da Comuna completamente cheia um grande espectáculo. Em Julho participam no Festival das Comunidades Estrangeiras em Portugal a convite da organização «OIKOS».
1995 Colaboram como autores, músicos e actores no filme realizado por Jean Claude Brialy intitulado "VACANCES BURGEOISES". Em Junho e Julho realizam dois espectáculos, um em Santo António dos Cavaleiros e outro na Pontinha a convite das comunidades locais. A 23 de Julho participam com outros músicos e bandas deste país num festival anti-racismo realizado no Barreiro. No dia 27 integram um espectáculo conjunto com uma passagem de modelos da J&NCreations; (roupa de características africanas). Novembro, 30 nova apresentação na Comuna.
1996 A 9 de Janeiro um concerto no RITZ CLUB. A 9 de Maio realizam no Centro Cultural de Belém um espectáculo no espaço 7 às 9. O verão chega com a realização entre outras em Julho no Palco das Comunidades de Loures. Dia 9 no Centro Cultural de Belém e de novo no espaço das 7 às 9 que apresentam um espectáculo.
1997 Em Março voltam ao C.C.B. Tocam em Abril e Maio na Arrentela e no Ritz Clube, em Julho e Agosto em Tondela, no mesmo período e integrado no Festival das quatro cidades tocam no Fundão, V.R.S. António, Montemor o Novo e Marinha Grande (S. Pedro de Muel), bem como no Festival "Músicas do Mundo" em Évora, nas festas de Paio Pires e Figueira da Foz e no Festival Maré de Agosto em Santa Maria Açores. Em Novembro voltam ao espaço das 7 às 9 no CCB.
1998 Participam entre outras na homenagem a Ramiro Martins, diversificam as suas actuações e para isso tocam no JAZZBAR em Lisboa e no Auditório da RDP África.
1999 Concorrem aos Prémios Maqueta 98 e são convidados pela agência DEIXE DE SER DURO DE OUVIDO para participar no espectáculo de entrega dos mesmos prémios no dia 13 de Março no cinema do Terço no Porto. A 5 de Maio tocam no CCB (7 ás 9) e a 29 do mesmo mês no Parque das Nações no dia da Cultura Africana organizado pela RDP África. Em Agosto participam no Festival de Paredes de Coura a convite da DEIXE DE SER DURO DE OUVIDO, e em Setembro tocam na Feira de Artesanato de Vila Nova de Famalicão.
2000 Promovem o seu 1º CD single passando assim pelos Forum da FNAC do Chiado e Colombo, RDP África, Terreiro do Paco na RTP Internacional, Speakeasy em Lisboa, e foram convidados pelo Presidente da Cãmara de Setúbal para um espectáculo dedicado ás minorias étnicas do Concelho. Tocam também na Feira do Livro de Viana do Castelo, e em Buarcos - Figueira da Foz. Estiveram tambem no programa da RTP 1 " A Praça da Alegria" e no CCB (7 ás 9).
2001 Participam em concertos na Guarda, Caldas da Rainha, Portimão no âmbito do Festival Sete Sóis Sete Luas e na Feira do Livro em Viana do Castelo.
2002 Apresentam-se em dois espectáculos no SPEAKEASY em Lisboa e na FNAC CASCAIS no âmbito do ciclo de Arte Lusófona "MUSIDANÇAS". Participam no 30 aniversário do Teatro da Comuna. Realizam também um concerto na XIII Feira do Livro e Multimédia de Ovar. Tocam por iniciativa da Junta de Freguesia de Alhos Vedros "Conhecer para Aceitar" na Fonte da Prata. Dão também concertos na Feira de Artesanato do Estoril e na semana da Juventude de Santa Maria da Feira. Em Setembro lançam finalmente o seu 1º CD álbum na Fnac do Cascais Shopping tendo promovido o mesmo na Fnac Colombo, CCB, Fnac Almada e na Fnac Chiado.
2003 Tem sido o ano dedicado á promoção deste trabalho tanto a nível nacional como internacional.

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